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Pacientes denunciam falta de medicamentos no Hospital Conde Modesto Leal e questionam prioridades do orçamento público

Moradores procuraram a redação para denunciar uma suposta falta de medicamentos destinados a pacientes internados no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, em Maricá. Segundo os relatos recebidos, alguns pacientes estariam enfrentando dificuldades para receber determinados remédios durante o período de internação.

Diante das denúncias, a redação buscará um posicionamento oficial da Secretaria Municipal de Saúde para esclarecer a situação e informar se há ou não falta de medicamentos na unidade hospitalar.

O tema também reacendeu o debate sobre as prioridades dos investimentos públicos no município. Recentemente, a Câmara Municipal aprovou um projeto relacionado ao repasse de recursos para o carnaval, medida que recebeu votos favoráveis da maioria dos parlamentares. Na ocasião, os vereadores Chiquinho e Ricardinho Netuno votaram contra a proposta, enquanto a vereadora Rita Rocha optou pela abstenção.

Diante desse cenário, a população levanta alguns questionamentos:

Ao secretário municipal de Saúde, Marcelo Velho:

  • Existe atualmente falta de medicamentos para pacientes internados no Hospital Municipal Conde Modesto Leal?
  • Quais medicamentos estariam em falta?
  • Há problemas de abastecimento ou atraso na reposição de insumos na unidade?
  • Quais medidas estão sendo adotadas para garantir o atendimento adequado aos pacientes?

Aos vereadores que votaram favoravelmente à destinação de recursos para o carnaval:

  • Como os parlamentares avaliam as denúncias sobre a situação da saúde pública municipal?
  • Existe a possibilidade de ampliação dos investimentos na saúde e na educação diante das demandas apresentadas pela população?
  • Como os vereadores justificam suas posições diante das reclamações de moradores sobre atendimento e estrutura da rede pública de saúde?

A população espera respostas claras e transparência sobre a aplicação dos recursos públicos, especialmente em áreas consideradas essenciais, como saúde e educação.

O espaço permanece aberto para manifestação da Secretaria Municipal de Saúde, da Câmara Municipal de Maricá e dos vereadores citados.

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