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Homem é preso suspeito de matar a própria mãe e tentar simular afogamento na Mumbuca

Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil neste sábado (12), em Mumbuca, na região central de Maricá, suspeito de matar a própria mãe e posteriormente colocar o corpo dela dentro de uma piscina para tentar fazer com que a morte aparentasse ter sido causada por afogamento.

O crime aconteceu em uma residência localizada na Rua Abreu Sodré. A vítima foi identificada como Verônica Coutinho Barbosa, de 60 anos.

De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí (DHNSG), o suspeito teria utilizado as próprias mãos para asfixiar a mãe.

Após a morte, o corpo teria sido colocado na piscina da residência. A hipótese investigada pelos policiais é de que a ação tenha sido realizada com o objetivo de esconder a verdadeira causa da morte.

O corpo foi localizado durante a tarde. Uma equipe do Samu foi acionada e confirmou o óbito. Peritos também estiveram no imóvel para realizar os procedimentos necessários.

🔎 Perícia apontou sinais de esganadura

O exame pericial não encontrou lesões provocadas pela permanência do corpo na água. Por outro lado, foram identificadas lesões na região cervical compatíveis com esganadura, o que levantou suspeitas sobre a versão inicialmente apresentada pelo filho.

Durante a investigação, os agentes analisaram as informações disponíveis e confrontaram o relato apresentado pelo suspeito.

Segundo a apuração policial, uma criança que estava na residência teria presenciado parte da situação envolvendo a avó e relatado aos investigadores que ela teria pedido socorro durante a madrugada. O depoimento teria contribuído para o avanço da investigação e para o confronto da versão inicial apresentada pelo suspeito.

Diante dos elementos reunidos, o homem acabou preso em flagrante pelos crimes de feminicídio e fraude processual, conforme informado pela Polícia Civil.

O corpo de Verônica foi removido do imóvel e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

A investigação permanece sob responsabilidade da DHNSG, que deverá esclarecer a dinâmica do crime e as circunstâncias que antecederam a morte da vítima.

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