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Cabo da PM é morto a tiros nas proximidades de shopping em São Gonçalo

O cabo da Polícia Militar Rayllan Machado Carino foi morto a tiros na tarde desta segunda-feira (14), nas proximidades do Partage Shopping, no Centro de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O policial estava de folga e, segundo as primeiras informações, teria acabado de deixar uma academia quando foi atacado.

Testemunhas relataram que três homens armados com fuzis, que estariam em um veículo, passaram pelo local e efetuaram diversos disparos contra o policial. Após o ataque, os suspeitos teriam fugido pela direção da Rodovia Niterói-Manilha.

Rayllan foi socorrido e levado ao Pronto Socorro Central (PSC), no bairro Zé Garoto. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil de São Gonçalo, ele já chegou à unidade sem vida.

A dinâmica do homicídio, entretanto, ainda não está completamente esclarecida e será investigada pela Polícia Civil.

⚠️ PM já havia sobrevivido a outro atentado

A morte do cabo acontece aproximadamente um ano depois de ele ter sido vítima de outro ataque. Em setembro de 2025, Rayllan também foi baleado e precisou ser encaminhado ao Hospital Estadual Alberto Torres (Heat).

Na ocasião, o policial passou por cirurgia e posteriormente recebeu alta. Até o momento, não há informação oficial que confirme qualquer ligação entre o atentado anterior e o assassinato ocorrido nesta segunda-feira.

Registros públicos da corporação indicam que Rayllan integrava a Polícia Militar havia anos e figurava entre os aprovados no concurso para soldado realizado em 2014.

🔎 Polícia investiga autoria e motivação

O homicídio aconteceu em uma área de grande movimentação no Centro de São Gonçalo, nas proximidades da Avenida Presidente Kennedy. Não há informação de que o ataque tenha ocorrido dentro do shopping.

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) está responsável pela investigação. Os agentes buscam identificar os autores, esclarecer a motivação e entender se o policial foi escolhido previamente como alvo.

Também será apurado se a condição de Rayllan como policial militar teve relação com o crime e se existe alguma conexão com a tentativa de homicídio sofrida por ele em 2025.

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